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March, 2009

A Rosa da Serra do Ramalho

Rosa Maria das Flores

      A rosa da Serra do Ramalho. *

     

·         Fui a Serra do Ramalho colher rosas e conversar com o jardineiro, que cuida dos jardins públicos.! Gostaria de cultivar aquelas rosas. Meu antigo PC me privou de colocar uma foto aqui, foi consumido pela fumaça dos meus cigarros.

·         É difícil passar a textura delas e a cor forte com algumas letrinhas. Diria eu, ser rubra encarnada formando aspirais simétricas, magestosa no talo, sempre cortejada por novos botões.

·        A primeira vontade que vem é de saboreá-las medindo e pesando cada pétala com os dentes e a língua. É uma sensação estonteante na medida em que voce vai mastigando com certo cuidado, parece estar viva, principalmente quando solta o aroma inconfundível!

·         Alguem na rua gritou: - tem um doido ali comendo as rosas - Não dei atenção receioso que me atirassem uma pedra! Rosolvi despencar as pétalas, das duas colhidas, em plena maturidade e me distanciar do roseiral para degustar a essência, na sombra de uma paineira.

·         Me senti possuido pelas rosas! Levei uma duas horas olhando o roseiral, deliciando-me! Em dado momento apareceu uma senhora, que se aproximou de mim me perguntando: - O senhor gostou delas? Respondi afirmativamente, quando ela me fez o convite para tomar um vinho feito com aquelas rosas!

·         Não acreditei, era uma experiencia nova e eu poderia matar a minha curiosidade! Não me fiz de rogado e comecei a caminhar ao seu lado. Ela tinha os passos firmes e o mesmo perfume delicado das rosas. Tentei adiantar os passos para ver o seu rosto, porque de corpo era uma bela femea!

·         Ela parecia ter pressa em chegar ao seu destino! Andamos juntos, ela sempre um passo a frente, fato que começava atiçar minha cabeça limpa de devaneios. Aquelas alturas em terra estranha toda companhia era válida. Andamos aproximadamente uma meia légua, para um local que me parecia um assentamento pouco povoado, uma agro-vila.

·        Tentei travar uma conversa, mas o calor era sufocante e comecei a sentir sede. Respirei aliviado quando ela disse firmemente: - Moro aqui. Quando se anda em estrada tipo trilha, os olhos têm que ficar atentos para evitar dar de encontro com uma cobra!Tenho experiencia nessa área!

·        Era uma casinha igual a todas existentes no local com um diferencial forte! Um roseiral com as mais belas rosas que meus olhos já pousaram! Todas rubras, um vermelho encarnado que parecia sangue!

·         Fiquei paralisado por um bom tempo admirando e viajando, quando ela chegou perto de mim com um copo d´água, pude nesse instante, olhar nos olhos e me sentir indefinidamente encantado. Belíssima a guardiã das rosa!

·        Meu corpo tremeu e ela me conduziu para uma varanda de telha vã, me fez sentar num banco tosco feito de alguma madeira queimada! O perfume do roseiral já me embriagara!

·        Fiquei literalmente tonto, ainda pensei que ela puderia ter colocado algo na água, quando ela comentou: - Sinta-se previlegiado pelo seu primeiro porre com o aroma das rosas da Serra do Ramalho...

·        Meu nome é Rosa Maria das Flores, nome de batismo, fui interna de um sanatório por comer todas as rosas que tinhamos no jardim da casa de meus pais em Vitória da Conquista.

·        Me alimentava delas todos os dias como se fosse uma enorme formiga! Fugi do sanatória e caminhei a esmo durante muitos dias e noites terminando aqui minha bem aventurada decisão.

·         Plantei todas as rosa que cercam a casa, desenvolvi uma fórmula a partir do mel de abelhas e produzo artesanalmente o vinho das Rosas. - O olhar daquela femea era simplesmente devastador, de um magnestismo impar!

·         Naquele instante eu já não suava e ela me ofereceu um banho! Como não aceitar! Ela me deu um toalha de algodão impecável e me mostrou a direção do rosanário.

·         Era uma espécie de banheira com pedras brutas, a céu aberto, uma água corrente bastante fria. Fiquei receioso de entrar no meio de todas aquelas petálas rubras boiando, como se um festival fosse!

·        Ela disse que ia preparar uma refeição enquanto eu tomava o meu banho. Não sei precisar quanto tempo fiquei deitado naquele rosanário... Desconfio que dormi.

·         Em determinado instante pude ainda ver a lua passando no céu e um cântico distante, mas bastante audivel para saber que se tratava de uma canção inédita, possivelmente feita para femea das rosas por algum andarilho cantador.

·        Passei a mão numa calça curta na mochila e uma camiseta e me aventurei ir na sala. Mesa posta com velas e nada menos que umas vinte pequenas cestas feitas com espinhos das roseiras, cheios de iguarias com base nos talos e pétalas de rosa. Uma jarra do vinho de rosas na temperatura ambiente.

·         Pirei! Ela literalmente nua me convidou para jantar pondo em seu corpo, todos os manjares de rosas por ela produzido. Com a voz suave ela disse estar servido o que ela chamou de rosetalar...

·        Eu não sabia por onde começar e ela com as mãos habeis indicava o que deveria comer. Eu não sabia se comia ou afagava aquele corpo estonteante! A pele parecia um veludo tal a maciez!

·        Uma coisa ficou bem claro para mim, - não deveria usar as mãos - e assim foi feita a vontade dela e a minha...

·        Passei treze dias nesse encantamento e perdi quase quinze quilos! Lembro dos últimos instantes antes de partir, enquanto recebia uma massagem com talos cheios de espinhos, a senhora das rosas, me fez prometer de nunca mais alí voltar.Vez ou outra a saudade aperta... 

·        Quando dei por mim estava sentado no mesmo lugar da praça, na sombra da paineira, e o cheiro das rosas impregnando minha alma sertaneja...

                                                           Olympio de Azevedo

                                                                                    Terra de Oxalá

                                                                                      26.03.09

*Conto floral com base no “Cântico dos Cânticos”,

  sem preocupações teológicas ou literárias. Cap. V

 

 

 

 

 
December, 2008

Conheça Socorro Lira

Convite

Socorro Lira

                               Foto: Alexandre Andrade

Conheça Socorro Lira*

Ela é incansável como intérprete e compositora! Raizeira da cultura musical dos Quilombos, chama um côco como nativa de Brejo do Cruz, na Paraíba, pra ninguem "butar" defeito. Com o pandeiro cadenciado pontua a voz suave e doce... No yjêxá "Sede de Amor" dá um passeio afro que encanta os mais exigentes!

                                                                                                                                  Olympio de Azevedo

Nascida em Brejo do Cruz, Paraíba, reside em São Paulo – Brasil. Poetisa, compositora, intérprete, instrumentista e produtora cultural. Autora do projeto Memória Musical da Paraíba. Formada em Psicologia. Inicia-se ao violão como autodidata, vindo a estudar técnica violonística e introdução ao violão clássico no DART/UFCG.

• 2008. Agenda internacional: II Encuentro Internacional “Somos de Maiz”, Caracas - Venezuela; projeto A Alma do Nordeste, Embaixada do Brasil em Atenas – Grécia; artista brasileira convidada da VII Mostra da Oralidade Galego-portuguesa / “Ponte... nas ondas!” – Galícia (Espanha), entre outros. • 2007. Edição do livro - Aquarelar (poemas próprios, lançamento da autora).

• 2007. Produção e direção de um vídeo-documentário sobre o côco-de-roda de Caiana dos Crioulos (Paraíba).  Espetáculos e gravações na França e na Galícia/Espanha. Destaques no ano 2006. Lançamento do CD Intersecção – A Linha e o Ponto em programações do SESC/SP, Funarte, Banco do Nordeste, Petrobrás, em universidades no Brasil e na Europa.

Preparação da segunda etapa do projeto Memória Musical da Paraíba, incentivada pela Lei Rouanet. Aula-espetáculo e espetáculo em universidades européias(Porto – Portugal; Poitiers e Sorbone – França; Vigo – Galícia/Espanha). Palestra”Cantares de Mulheres na Paraíba” no II Segundo Congresso de Literatura Marginais na Faculdade de Letras, Porto – Portugal.

Pesquisa sobre literatura e música medievais na França, Galícia/Espanha e Portugal para o projeto-álbum Cores do Atlântico. Participa do projeto Música do Brasil – Baião dos anos 60, no SESC Pinheiro (SP). Homenageada na Terceira Semana Cultural de São Bento (PB). Compõe a trilha sonora do vídeo-documentário O Ramo (PB). Fez a trilha sonora original do curta-metragem A Espera (RS).

 Em 1988 excursiona pela Itália recebendo o Premio Europa de 98 da Associazione Senza Frontiere (Milão). Discografia CDs As Liras Pedem Socorro (lançamento 2007) Intersecção – A Linha e o Ponto ( Petrobrás Cultura 2004-2005/MINC, 2006) Cantigas de Bem-querer (2003) Cantigas (2001)

                                                                *Extraído do folder de apresentação da artista Socorro Lira quando do lançamento do seu CD “As Liras pedem Socorro”

November, 2008

Instante Cubista

Instante Cubista

Olympio de Azevedo

Parado no pensamentar ao largo
Novelo de imagens sobrepõe-se
Sol nascendo na chuva do vale verde
Real da torpe, visão imaginária
Sons desordenados fazem trilha
Raio de ouro frio na pele

Sincronia quase perfeita
Capaz de realizar desejos infinitos
Madrugada pensamento só
Modificando eles o comportamento
Tempo andante não mede espaço
Horizonte fronte banhada de suor

Devassa intimidade sem autoria
Constrói e destrói na paralela
Frescor da manhã, bruma seca
Ações e reações térmicas lúbricas
Provocam massagens de prazeres
Transparência do imaginário fiel

Estilhaços ferindo a nudez da mudez
Na beleza estática do lume interior
Sonho orvalhado e anseio despido
Corpo imóvel no deserto do pensar
Foge à realidade o olhar profundo
Pássaro leve, festival sem natureza

Acometido vaga doce via louca nua
Espinhos de pedras duro calcanhar.
Amanhecer que revoa da vida vital!
Adejar o sereno sonhar do infinito
Cru nos anseios, tosco no despertar
Com ela e ele a esperança vai e vem...

 

October, 2008

Coração predador

                                                     Coração predador,

 

                                                                                  Olympio de Azevedo

 

 

Sedutor, galanteador, Dom Ruan, Casa Nova, galã, namorador, atraente, charmoso, fascinante, deslumbrante, sublime, inspirador, aprazível, ameno, delicioso, carismático, encantador e poético. Não há caber para tantos papéis! Cabe-me apenas o neanderthal nouveau!

 

Sublimo o sonho, vou à busca da minha trilha caminhando no de o eterno caminhar sobre as estrelas e entro na bolha da lua e me desfaço no pingo do sol para banhar teu corpo nu. A bela me vê melhor que ninguém todos os dias, na certeza de que todo objetivo tem seu ponto fraco, embora confesse ser apenas um impulso atávico!

 

Herança genética primária! Quanto mais me conheceres, mais diferentes almas sentirás em ti. Folias com os alegres; sonhas com os poetas; os aristocratas, criados entre artifícios, amam em ti, pelo atavismo de teus apetites abrasivos e instintos atrevidos, e tu amas neles suas fidalgas maneiras traduzidas em pura poesia escrava. 

 

Inerente do desejo coletivo de uma inteligência rara... Bem percebida pelo poeta das cavernas, onde os cristais reluzem o lirismo da amizade profunda da musa, enquanto profundo não for o amor. Quem é essa feiticeira cujo perfume entra na alma sem ao menos materializar seus espinhos que fere e faz sangrar todo o corpo?

 

Não há principio ou fim enquanto o mar esconder na profundeza o tesouro de Andra e os poderes de Lis. Velejo no coração mareante sem rumo por falta de leme. Nem ao menos uma bússola para indicar a direção do vento, arrasta-me em nome da natureza em meio a trovões e tempestades.

 

Com a adaga afiada a musa é a completude! Rogo por um olhar e negas, por uma voz e cala-se, por um encontro e foges... Tornei-me escravo da adversidade servindo uma rainha que impele o aríete contra as portas da cidade em plena maturidade. Tenha certeza: - Jamais usaria o arco e flecha para ferir teu peito... Um lápis e papel talvez sim!

 

                              

                                                                Bunker do Gabeira

                                                               Novo prefeito do Rio

                                                                    15.out.2008

September, 2008

Velas Dançarinas

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Velas Dançantes

August, 2008

Ninfeta de Andara

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Ninfeta de Andara
August, 2008

Cavaleiro de Cedro

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August, 2008

Pois é Giló!

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Pois é Giló!

 

O intelectual tem que fomentar cultura e saciar a sede do saber e o artísta preferiu refazer o que nunca fez refazendo em outros palcos...

 

Aquele abraço,

                                                                         Olympio de Azevedo

July, 2008

Cativa Natureza

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Cativa Natureza
June, 2008

Acaso Projetado

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Acaso Projetado

June, 2008

Feliz Dia dos Namorados!

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Feliz Dia dos Namorados!

 

O cheiro do campo nas manhãs do outono anuncia a proximidade do inverno. A bruma fica mais densa e a orvalhada provoca conforto aos pés entre as palmas do capim, acendendo uma sensação de liberdade! A força se renova no filtro das matas em um bom dia, intenções verdadeiras!

 

Ouvem-se as aves cantando mais forte, forma de aquecer o peito, na expectativa da alimentação farta nos milharais. O nascer do sol completa o corpo morno na alegria de viver uma luminosidade estreita no tempo, quando a esperança de lua cheia que clareia convidando para a trezena de Santo Antonio. 

 

O violeiro afina a viola cantando "Santo Antonio meu pai cadê a cabaça de que não sai" e quando se dá por satisfeito pega o rumo na estrada de barro serenado, vestindo a domingueira para festejar ao lado dos amigos. Há séculos sustenta-se essa crença na reza, cântico e louvor do bem no rosário de fé e devoção.

 

Na prosa da casa enfeitada de bandeirolas cabe de tudo um pouco: amor, amizade, carinho e o desejo forte de ser feliz no pedido ao padroeiro. O foguetório se manifesta nos céus iluminando, festejando as almas perdidas e achadas. Completado os terços o licor do jenipapo é servido para dar inicio ao forrobodó...

 

Os bolinhos na janela, a moça bonita com seu vestido rendado e sorriso eterno de quem tem certeza que será agraciada, a comadre servindo a todos, iguarias de milho verde, bolinho de tapioca, cocada com milho, broas crocrantes, amendoins cozidos na panela de barro, firmam o sentimento sertanejo de louvações.

 

E o couro come!

 

                                              Olympio de Azevedo


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May, 2008

Rua Aurora

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Rua Aurora

Olympio de Azevedo

 

A vontade finca a esperança avança
O mundo me faz correr do tempo
E sem presente ou futuro vivo o ato

Na entrega do corpo mansa loucura
Os astros desenham a luz sem rumo

Até estar perto de ti. É para amar...

 

Aurora, o alvorecer acorda comigo
Dança na brisa ao cruzar o olhar.
Por acaso sou o facho ser imantado

Atraindo o melhor visto do espelho

Andanças no ventre volteio loucuras!
Acordo fanal digno áurea de carinho


Silencio na fuga atropelo os sonhos
Entre linhos o espinho pica o prazer

Folguedo carnal em toda minha rua

Sangra no delírio, sina do caminhar
Na árvore a placa indica a vontade

Pergaminho da natureza teu nome!

                                  14.05.08.

May, 2008

Dia das Mães

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April, 2008

A sombra e as espumas...

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March, 2008

A menina do espelho

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A menina do espelho d´água

Olympio de Azevedo

                                                         Para Cíntia Thomé

Entretida no dialogo com os seres irreais

Na maré do vem meu bem, vai quem tem

Mudo e largo desejos do verão prometido

No dorso vento salitre o tombo das ondas

A marca do compasso infindável na ilusão

Linda a natureza de corpo inteiro dançando

 

A menina do espelho d água sentada ali

Com o olhar além do infinito, entre dedos

Faz erguer o castelo de areia com pingos

Refletidos no sal liquido sob o sol a pino

O universo centrado de fortalezas devora

Sonhos passadiços com sorrisos da espera

 

Busca os encantos no amanhã consentido

O eterno sentimento envolvido na vontade

Em elevar a alma do prazer mágico eterno

Aqui concretizo o instante permitido a dois

Entre pingos da chuva vi o castelo de nuvens

Choro à tempestade e risco o céu com fogo

  

 O que fazemos não define a alma generosa

Amor com dúvidas é saudade sem endereço

Apreço não exige limites apenas resguarda

A distância contida entre afeição e o querer

Marca o sentimento que envolve meu canto

Cheio de pranto orvalhado nas folhas verdes

 

 
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Olympio de Azevedo Neto

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Calmo, criativo, bem informado, poeta, compositor, jornalista, produtor fonografico, professor de geometria espacial...vagabundo profissional na levada do coração. Orgânico por intuição dos deuses africanos. O verbo tem um tempo, o tempo de uma flor...(autor)O poeta é um pescador de encantos. Orgânico por natureza, explora a beleza do estar sem necessariamente ter de ficar. Um free lancer das emoções diferentes em situações diferentes. Um relojoeiro do tic-tac dos corações analógicos. De que vale o mundo sem os lápis de cores? Azul, vermelho e branco fazem o time do meu astral. O meu canto é próprio, para poucos se poucos puderem ouvir. A beleza é tudo que voce pode encontra dentro de sí para oferecer aos amigos. O sonho é o desejo do amanhã, cabe a voce realizar.O amor tem o tempo de uma flor, nasce, morre e rebrota a todo instante. Amar é a arte de cultivar o amor com todas as qualidades e defeitos, é um prêmio da natureza entre risos e lágrimas!De bem com a vida, a vida é bela e merece ser vivida com amor.
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