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août 2009 Pixitotinha
Reclamando a ausência de Jitirana Flor... De repentemente senti saudades de uma pessoinha que mora no coração! Ela não dava notícias, nem um imeiozinho de alô! Tô bem, como vai, alguma novidade? Nada! Sabe, por vezes quando a gente menos espera bate essas vontades! Não. Não é carência é aquela falta de dengo que não dispenso para funcionar a todo vapor. A mão tava solta vadiando no cigarro, resolvi dar trabalho aos dedos preguiçosos. Tô ficando ligeiramente enquadrado nas teorias do Hermeto Phascoal, tudo é música, de tanto ouvi-lo peguei a mania. O baião Bebê é o mais perfeito pop jazz que conheço. Miles Davis que o diga! Mandei um recadinho pra moça... Que é compositora e musicista. Jitiraninha pra ôce sonhar na insônia! Revendo meus alfarrábios, das minhas insônias e tentando organizar a produção literária, encontrei uma chuva de letras onde divago no meu pensar a vossa nobre pessoa sentada no lagedinho da porta, conversando com a melodia aquém das harmonias, na companhia de um sapo percussivo com seu coaxar. O olhar guloso do bichinho espirrador de leite, parecia feliz marcando o compasso no gogó! Quando não conciliar teu sono com Jitira, jitirana tira Ana do seu colo Jitiraninha e põe essa Pixitotinha pra dormir. A princesinha do brejo aluado por dona Lua buscava seus desejos mais íntimos nos acordes feridos. E o sapo percussionista como por encanto começou a cantar: O tambor tocou na mata E a seriema responsou Acorda viola vadia Que a hora já chegou
Teu sonho é verdadeiro Vá na chama do nego, nagô... O sereno deu de ré A relva não molhou
Só me resta a lua cheia Pra banhar o meu amor... Sereno serenar Sereno serenou Só me resta a lua cheia Pra banhar o meu amor... E o sapo animado autorizou a Jitirana cantadeira fazer um escalpo, mesmo que ele ficasse com pele de rã, tinha que fazer um pandeiro pra sua Flor! O fato é que a noite se foi pra lua se esconder e o diabin do sapo nem mais um mosquito queria comer. A língua ficou curta, os zóios marejados, entoucou atrás da porta e toda noite canta Vem cá Jitirana Flor, Vem cá Jitirana Flor, dá nutiça pra mim... Pixitotinha morena
Entre ser e estar prefiro estar feliz com você Assim jamais escutarei a melodia aprisionada Nas gaiolas dos senhorios que festejam a bela Busco o teu sorriso entre as nuvens na solidão Fiapos de retalhos da memória líquida cristal Momentos únicos pousados no olhar plural É do teu ser encantado a cor do musgo laranjal Gestos sedais no canto flutuante a doce voz Quem sabe um dia possa ferir os acordes guia Da canção que me fez chorar de amor e alegria Pegadas das imagens impressas nos trastes Do cedro violão acalentado em teu colo quente Não há como esquecer as letras do teu nome Bordadas com carinho e pudor em ponto de filé Fêmea guerreira artesã está pronto o cafuné?
O tambor tocou na mata E a seriema responsou Acorda viola vadia Que a hora já chegou
O teu sonho é verdadeiro Vá na chama do nego, nagô... O sereno deu de ré E a relva não molhou
Só me resta a lua cheia Pra banhar o meu amor... Sereno serenar Sereno serenou Só me resta a lua cheia Pra banhar o meu amor... Olympio de Azevedo 26.08.09 no Toco da Vela
juillet 2009 Meu Pequizeiro
Meu pequizeiro Olympio de Azevedo
Seria o sol suficiente para os nossos dias? Donde as árvores anseiam toda claridade Sem pedir nada em troca filtra o oxigênio Entre as trilhas da diversidade maturada E ao sabor do vento a folha simples cai Completou a tarefa de alimentar a seiva
Novas folhas da copa piramidal renascerão Ambiente de a existência impar secular Ressalta do seu berço a função florestal Sentiu no cerne a dor da machada afiada Não sucumbiu nas mãos dos madeireiros Continuas abrigo seguro para os animais
Seu fruto o pequi alimenta as espécies Da fauna acanhada ao homem predador... Raízes curtidas na força e beleza das flores Abrigo das pacas e da sementeira natural O abrolhar para perpetuar o ciclo de vida Vida que supri as madeiras nobres extintas
Eterno pequi aqui não ficara sem floração Mãos incautas não irão abater seu tronco Outra vez amor maior para o seu cerne vivo Vigilante a sua sombra e toda sua história Sua fibra não será papel para um poema Será alma integral das forças à natureza.
Serra do Timorante, 14 de julho 2009.
juillet 2009 Características de Salvador...Salvador, para aprender e se divertir! Ribeira: Tem sorvete na sorveteria da Ribeira, indicada pelo Guia Veja em mil novecentos e bolinha. Liberdade: é um dos bairros mais importantes de Salvador, por conter passagens secretas que desafiam as leis da física e confirmam a teoria da quarta dimensão. Feira do Rolo: local onde você compra o que quiser e quando quiser. É um supermercado, que sempre tem o que você procura. Lá existem coisas como fósseis de pterodátilos, órgãos para transplantes, animais em extinção (qualquer um, de tigres dentes de sabre a mutantes), armas que nem a polícia tem e objetos que foram roubados da sua casa. História Previsões: 2080 - Ivete Sangalo lança 90º CD. Clima, Vegetação e Hidrografia Cultura Língua Algumas frases cotidianas 'Lá ele!' = Transportes Moda em Salvador Economia Autor preguiçoso desconhecido mars 2009 A Rosa da Serra do Ramalho
A rosa da Serra do Ramalho. *
· Fui a Serra do Ramalho colher rosas e conversar com o jardineiro, que cuida dos jardins públicos.! Gostaria de cultivar aquelas rosas. Meu antigo PC me privou de colocar uma foto aqui, foi consumido pela fumaça dos meus cigarros.
· É difícil passar a textura delas e a cor forte com algumas letrinhas. Diria eu, ser rubra encarnada formando aspirais simétricas, magestosa no talo, sempre cortejada por novos botões.
· A primeira vontade que vem é de saboreá-las medindo e pesando cada pétala com os dentes e a língua. É uma sensação estonteante na medida em que voce vai mastigando com certo cuidado, parece estar viva, principalmente quando solta o aroma inconfundível!
· Alguem na rua gritou: - tem um doido ali comendo as rosas - Não dei atenção receioso que me atirassem uma pedra! Rosolvi despencar as pétalas, das duas colhidas, em plena maturidade e me distanciar do roseiral para degustar a essência, na sombra de uma paineira.
· Me senti possuido pelas rosas! Levei uma duas horas olhando o roseiral, deliciando-me! Em dado momento apareceu uma senhora, que se aproximou de mim me perguntando: - O senhor gostou delas? Respondi afirmativamente, quando ela me fez o convite para tomar um vinho feito com aquelas rosas!
· Não acreditei, era uma experiencia nova e eu poderia matar a minha curiosidade! Não me fiz de rogado e comecei a caminhar ao seu lado. Ela tinha os passos firmes e o mesmo perfume delicado das rosas. Tentei adiantar os passos para ver o seu rosto, porque de corpo era uma bela femea!
· Ela parecia ter pressa em chegar ao seu destino! Andamos juntos, ela sempre um passo a frente, fato que começava atiçar minha cabeça limpa de devaneios. Aquelas alturas em terra estranha toda companhia era válida. Andamos aproximadamente uma meia légua, para um local que me parecia um assentamento pouco povoado, uma agro-vila.
· Tentei travar uma conversa, mas o calor era sufocante e comecei a sentir sede. Respirei aliviado quando ela disse firmemente: - Moro aqui. Quando se anda em estrada tipo trilha, os olhos têm que ficar atentos para evitar dar de encontro com uma cobra!Tenho experiencia nessa área!
· Era uma casinha igual a todas existentes no local com um diferencial forte! Um roseiral com as mais belas rosas que meus olhos já pousaram! Todas rubras, um vermelho encarnado que parecia sangue!
· Fiquei paralisado por um bom tempo admirando e viajando, quando ela chegou perto de mim com um copo d´água, pude nesse instante, olhar nos olhos e me sentir indefinidamente encantado. Belíssima a guardiã das rosa!
· Meu corpo tremeu e ela me conduziu para uma varanda de telha vã, me fez sentar num banco tosco feito de alguma madeira queimada! O perfume do roseiral já me embriagara!
· Fiquei literalmente tonto, ainda pensei que ela puderia ter colocado algo na água, quando ela comentou: - Sinta-se previlegiado pelo seu primeiro porre com o aroma das rosas da Serra do Ramalho...
· Meu nome é Rosa Maria das Flores, nome de batismo, fui interna de um sanatório por comer todas as rosas que tinhamos no jardim da casa de meus pais em Vitória da Conquista.
· Me alimentava delas todos os dias como se fosse uma enorme formiga! Fugi do sanatória e caminhei a esmo durante muitos dias e noites terminando aqui minha bem aventurada decisão.
· Plantei todas as rosa que cercam a casa, desenvolvi uma fórmula a partir do mel de abelhas e produzo artesanalmente o vinho das Rosas. - O olhar daquela femea era simplesmente devastador, de um magnestismo impar!
· Naquele instante eu já não suava e ela me ofereceu um banho! Como não aceitar! Ela me deu um toalha de algodão impecável e me mostrou a direção do rosanário.
· Era uma espécie de banheira com pedras brutas, a céu aberto, uma água corrente bastante fria. Fiquei receioso de entrar no meio de todas aquelas petálas rubras boiando, como se um festival fosse!
· Ela disse que ia preparar uma refeição enquanto eu tomava o meu banho. Não sei precisar quanto tempo fiquei deitado naquele rosanário... Desconfio que dormi.
· Em determinado instante pude ainda ver a lua passando no céu e um cântico distante, mas bastante audivel para saber que se tratava de uma canção inédita, possivelmente feita para femea das rosas por algum andarilho cantador.
· Passei a mão numa calça curta na mochila e uma camiseta e me aventurei ir na sala. Mesa posta com velas e nada menos que umas vinte pequenas cestas feitas com espinhos das roseiras, cheios de iguarias com base nos talos e pétalas de rosa. Uma jarra do vinho de rosas na temperatura ambiente.
· Pirei! Ela literalmente nua me convidou para jantar pondo em seu corpo, todos os manjares de rosas por ela produzido. Com a voz suave ela disse estar servido o que ela chamou de rosetalar...
· Eu não sabia por onde começar e ela com as mãos habeis indicava o que deveria comer. Eu não sabia se comia ou afagava aquele corpo estonteante! A pele parecia um veludo tal a maciez!
· Uma coisa ficou bem claro para mim, - não deveria usar as mãos - e assim foi feita a vontade dela e a minha...
· Passei treze dias nesse encantamento e perdi quase quinze quilos! Lembro dos últimos instantes antes de partir, enquanto recebia uma massagem com talos cheios de espinhos, a senhora das rosas, me fez prometer de nunca mais alí voltar.Vez ou outra a saudade aperta...
· Quando dei por mim estava sentado no mesmo lugar da praça, na sombra da paineira, e o cheiro das rosas impregnando minha alma sertaneja... Terra de Oxalá
26.03.09
*Conto floral com base no “Cântico dos Cânticos”,
sem preocupações teológicas ou literárias. Cap. V
décembre 2008 Conheça Socorro Lira
Foto: Alexandre Andrade Conheça Socorro Lira* Ela é incansável como intérprete e compositora! Raizeira da cultura musical dos Quilombos, chama um côco como nativa de Brejo do Cruz, na Paraíba, pra ninguem "butar" defeito. Com o pandeiro cadenciado pontua a voz suave e doce... No yjêxá "Sede de Amor" dá um passeio afro que encanta os mais exigentes! Olympio de Azevedo Nascida em Brejo do Cruz, Paraíba, reside em São Paulo – Brasil. Poetisa, compositora, intérprete, instrumentista e produtora cultural. Autora do projeto Memória Musical da Paraíba. Formada em Psicologia. Inicia-se ao violão como autodidata, vindo a estudar técnica violonística e introdução ao violão clássico no DART/UFCG. • 2008. Agenda internacional: II Encuentro Internacional “Somos de Maiz”, Caracas - Venezuela; projeto A Alma do Nordeste, Embaixada do Brasil em Atenas – Grécia; artista brasileira convidada da VII Mostra da Oralidade Galego-portuguesa / “Ponte... nas ondas!” – Galícia (Espanha), entre outros. • 2007. Edição do livro - Aquarelar (poemas próprios, lançamento da autora). • 2007. Produção e direção de um vídeo-documentário sobre o côco-de-roda de Caiana dos Crioulos (Paraíba). Espetáculos e gravações na França e na Galícia/Espanha. Destaques no ano 2006. Lançamento do CD Intersecção – A Linha e o Ponto em programações do SESC/SP, Funarte, Banco do Nordeste, Petrobrás, em universidades no Brasil e na Europa. Preparação da segunda etapa do projeto Memória Musical da Paraíba, incentivada pela Lei Rouanet. Aula-espetáculo e espetáculo em universidades européias(Porto – Portugal; Poitiers e Sorbone – França; Vigo – Galícia/Espanha). Palestra”Cantares de Mulheres na Paraíba” no II Segundo Congresso de Literatura Marginais na Faculdade de Letras, Porto – Portugal. Pesquisa sobre literatura e música medievais na França, Galícia/Espanha e Portugal para o projeto-álbum Cores do Atlântico. Participa do projeto Música do Brasil – Baião dos anos 60, no SESC Pinheiro (SP). Homenageada na Terceira Semana Cultural de São Bento (PB). Compõe a trilha sonora do vídeo-documentário O Ramo (PB). Fez a trilha sonora original do curta-metragem A Espera (RS). Em 1988 excursiona pela Itália recebendo o Premio Europa de 98 da Associazione Senza Frontiere (Milão). Discografia CDs As Liras Pedem Socorro (lançamento 2007) Intersecção – A Linha e o Ponto ( Petrobrás Cultura 2004-2005/MINC, 2006) Cantigas de Bem-querer (2003) Cantigas (2001) *Extraído do folder de apresentação da artista Socorro Lira quando do lançamento do seu CD “As Liras pedem Socorro” novembre 2008 Instante CubistaInstante Cubista Olympio de Azevedo
octobre 2008 Coração predadorCoração predador,
Olympio de Azevedo
Sedutor, galanteador, Dom Ruan, Casa Nova, galã, namorador, atraente, charmoso, fascinante, deslumbrante, sublime, inspirador, aprazível, ameno, delicioso, carismático, encantador e poético. Não há caber para tantos papéis! Cabe-me apenas o neanderthal nouveau!
Sublimo o sonho, vou à busca da minha trilha caminhando no de o eterno caminhar sobre as estrelas e entro na bolha da lua e me desfaço no pingo do sol para banhar teu corpo nu. A bela me vê melhor que ninguém todos os dias, na certeza de que todo objetivo tem seu ponto fraco, embora confesse ser apenas um impulso atávico!
Herança genética primária! Quanto mais me conheceres, mais diferentes almas sentirás em ti. Folias com os alegres; sonhas com os poetas; os aristocratas, criados entre artifícios, amam em ti, pelo atavismo de teus apetites abrasivos e instintos atrevidos, e tu amas neles suas fidalgas maneiras traduzidas em pura poesia escrava.
Inerente do desejo coletivo de uma inteligência rara... Bem percebida pelo poeta das cavernas, onde os cristais reluzem o lirismo da amizade profunda da musa, enquanto profundo não for o amor. Quem é essa feiticeira cujo perfume entra na alma sem ao menos materializar seus espinhos que fere e faz sangrar todo o corpo?
Não há principio ou fim enquanto o mar esconder na profundeza o tesouro de Andra e os poderes de Lis. Velejo no coração mareante sem rumo por falta de leme. Nem ao menos uma bússola para indicar a direção do vento, arrasta-me em nome da natureza em meio a trovões e tempestades.
Com a adaga afiada a musa é a completude! Rogo por um olhar e negas, por uma voz e cala-se, por um encontro e foges... Tornei-me escravo da adversidade servindo uma rainha que impele o aríete contra as portas da cidade em plena maturidade. Tenha certeza: - Jamais usaria o arco e flecha para ferir teu peito... Um lápis e papel talvez sim!
Bunker do Gabeira Novo prefeito do Rio 15.out.2008 août 2008 Pois é Giló! boomp3.com
Pois é Giló!
O intelectual tem que fomentar cultura e saciar a sede do saber e o artísta preferiu refazer o que nunca fez refazendo em outros palcos...
Aquele abraço, Olympio de Azevedo juin 2008 Feliz Dia dos Namorados! boomp3.com
Feliz Dia dos Namorados!
O cheiro do campo nas manhãs do outono anuncia a proximidade do inverno. A bruma fica mais densa e a orvalhada provoca conforto aos pés entre as palmas do capim, acendendo uma sensação de liberdade! A força se renova no filtro das matas em um bom dia, intenções verdadeiras!
Ouvem-se as aves cantando mais forte, forma de aquecer o peito, na expectativa da alimentação farta nos milharais. O nascer do sol completa o corpo morno na alegria de viver uma luminosidade estreita no tempo, quando a esperança de lua cheia que clareia convidando para a trezena de Santo Antonio.
O violeiro afina a viola cantando "Santo Antonio meu pai cadê a cabaça de que não sai" e quando se dá por satisfeito pega o rumo na estrada de barro serenado, vestindo a domingueira para festejar ao lado dos amigos. Há séculos sustenta-se essa crença na reza, cântico e louvor do bem no rosário de fé e devoção.
Na prosa da casa enfeitada de bandeirolas cabe de tudo um pouco: amor, amizade, carinho e o desejo forte de ser feliz no pedido ao padroeiro. O foguetório se manifesta nos céus iluminando, festejando as almas perdidas e achadas. Completado os terços o licor do jenipapo é servido para dar inicio ao forrobodó...
Os bolinhos na janela, a moça bonita com seu vestido rendado e sorriso eterno de quem tem certeza que será agraciada, a comadre servindo a todos, iguarias de milho verde, bolinho de tapioca, cocada com milho, broas crocrantes, amendoins cozidos na panela de barro, firmam o sentimento sertanejo de louvações.
E o couro come!
Olympio de Azevedo
mai 2008 Rua Auroraboomp3.com
Rua Aurora Olympio de Azevedo
A vontade finca a esperança avança Na entrega do corpo mansa loucura Até estar perto de ti. É para amar...
Aurora, o alvorecer acorda comigo Atraindo o melhor visto do espelho Andanças no ventre volteio loucuras!
Folguedo carnal em toda minha rua Sangra no delírio, sina do caminhar Pergaminho da natureza teu nome! 14.05.08. |
ColymasterQuem me dera para saber um instante da verdade... |
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