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July, 2009 Meu Pequizeiro
Meu pequizeiro Olympio de Azevedo
Seria o sol suficiente para os nossos dias? Donde as árvores anseiam toda claridade Sem pedir nada em troca filtra o oxigênio Entre as trilhas da diversidade maturada E ao sabor do vento a folha simples cai Completou a tarefa de alimentar a seiva
Novas folhas da copa piramidal renascerão Ambiente de a existência impar secular Ressalta do seu berço a função florestal Sentiu no cerne a dor da machada afiada Não sucumbiu nas mãos dos madeireiros Continuas abrigo seguro para os animais
Seu fruto o pequi alimenta as espécies Da fauna acanhada ao homem predador... Raízes curtidas na força e beleza das flores Abrigo das pacas e da sementeira natural O abrolhar para perpetuar o ciclo de vida Vida que supri as madeiras nobres extintas
Eterno pequi aqui não ficara sem floração Mãos incautas não irão abater seu tronco Outra vez amor maior para o seu cerne vivo Vigilante a sua sombra e toda sua história Sua fibra não será papel para um poema Será alma integral das forças à natureza.
Serra do Timorante, 14 de julho 2009.
November, 2008 Instante CubistaInstante Cubista Olympio de Azevedo
May, 2008 Rua Auroraboomp3.com
Rua Aurora Olympio de Azevedo
A vontade finca a esperança avança Na entrega do corpo mansa loucura Até estar perto de ti. É para amar...
Aurora, o alvorecer acorda comigo Atraindo o melhor visto do espelho Andanças no ventre volteio loucuras!
Folguedo carnal em toda minha rua Sangra no delírio, sina do caminhar Pergaminho da natureza teu nome! 14.05.08. March, 2008 A menina do espelho
A menina do espelho d´água Olympio de Azevedo Para Cíntia Thomé Entretida no dialogo com os seres irreais Na maré do vem meu bem, vai quem tem Mudo e largo desejos do verão prometido No dorso vento salitre o tombo das ondas A marca do compasso infindável na ilusão Linda a natureza de corpo inteiro dançando
A menina do espelho d água sentada ali Com o olhar além do infinito, entre dedos Faz erguer o castelo de areia com pingos Refletidos no sal liquido sob o sol a pino O universo centrado de fortalezas devora Sonhos passadiços com sorrisos da espera
Busca os encantos no amanhã consentido O eterno sentimento envolvido na vontade Em elevar a alma do prazer mágico eterno Aqui concretizo o instante permitido a dois Entre pingos da chuva vi o castelo de nuvens Choro à tempestade e risco o céu com fogo
O que fazemos não define a alma generosa Amor com dúvidas é saudade sem endereço Apreço não exige limites apenas resguarda A distância contida entre afeição e o querer Marca o sentimento que envolve meu canto Cheio de pranto orvalhado nas folhas verdes
March, 2008 Olhos de Folha Minhaboomp3.com Eu preciso dizer Adeus
Eu preciso dizer Adeus Às paredes que grafitam poesia Do dia-a-dia das guias, das agonias Do asfalto frio que não me vê Na esquina da solidão Da Consolação, cão faminto Tão sozinho
Eu preciso dizer Adeus À fumaça das fábricas, dos carros No proibido das faixas neon Ao lixo, aos escarros Aos trincados telhados Ao quartel, ao cartel, patrulha Aos negros gatos
Eu preciso dizer adeus Aos prédios espelhados Reflexos de mim, tempo molhado À garoa da minha fé retrô Nos trilhos, no metrô, à Praça da Sé Aos ambulantes e andantes sem café, Pedantes, arrogantes elegantes
Eu preciso dizer Adeus A toda gente que aqui não tem lugar Ao parque que eu também corria Que há poeira nas flores, no ar No descanso no Ibirapuera Beijos no Arouche, carinho fugaz Carrinho de mão, verdura e limão Velho moço, velha lata, idoso Na casa papelão, na escadaria À gritaria, aos fumantes. Droga! Às Catedrais, ais. Escadas rolantes, finos barbantes
Eu preciso dizer Adeus À minha amiga Paulista Que tem pista e sombra que zomba Nos spots e placas oportunistas Dos trapezistas e alpinistas Nas pernas de pau e sale Preço da fantasia, álcool e gasolina Do tostão, da creolina, fedentina, das Carolinas Que perdi o passe e não vejo qualquer estação Ao portão do não que arromba Ao pedinte que ronda. Rapadura!
Eu preciso dizer Adeus Ao gelado da contramão Do 13 ou 23 de maios já vãos No sinal entoando vermelha paixão Sem ensaios, desmaios Do palhaço, do cordel, do cantador Sem outdoor encantador
Eu preciso dizer Adeus Aos réus, às vitimas, aos fariseus, Às chuvas de março e aos ipês no breu Jacarandás de aço como eu No barranco, furados pneus Aos cartões picotados e afanados
Eu preciso dizer Adeus Aos pastéis, ao arroz e feijão sem vaidade Baião de dois, de mil mornos e sem gás À bandeira que agita a cidade Tremula no rubro e negro de mim Tremula... Tremula... Nos carretéis dos andaimes Nos motéis perfume
Eu preciso dizer Adeus À arquitetura, às abandonadas esculturas À arte sem cor, só dor demolição À loucura da meia-noite no corredor Nos pontos de açoite e chorinho À candura do menino vadio Que vazio chora baixinho No meio fio, no meio fio Marginal, das marginais
Eu preciso dizer Adeus Aos filhos meus e teus Estou por um fio de lamento Sem tua mão quente Nas valas, nos rios, nas veias Da realidade da cidade Do meu coração já doente
Eu preciso dizer Adeus Às cabeças, aos monumentos Neste Imperial momento Sem querer ter documento Ser especial, espacial Na nave de um Cometa A me levar À sorte, ao norte, ou morte E na janela sem nada dizer... a Deus...a Deus... Que tudo é normal.
Eu preciso dizer Adeus Adeus...
Cíntia Thomé
November, 2007 Passamandoboomp3.com
Passamando Olympio de Azevedo
Quem me diz que não é verdade o que passou De repente não sei o que sou no meu caminho Tua esperança se desfaz nas nuvens carregadas O vazio se faz esperar nas longas noites da rua Fica o acreditar lançado nas cinzas dos ventos Do poeta nasce a clausura das palavras presas Jogadas sobre o linho de lembranças lembradas
Não cabem merecimentos no dorso da saudade Passamando a jornada pelas estações do espaço Vem seca e amarga a saliva na posse da língua Só o desejo de ver é especial no modo do olhar Os cegos não são os poucos que podem enxergar Tua vontade é simples para o depois do amanhã Perde um entre dois na imagem do bem ansiar
Troncoso, 01. 11. 07.
September, 2007 Andarilhar no MarAndarilhar no Mar
Olympio de Azevedo
Caminho o caminhar na certeza do parecer não se chegar a lugar algum vêm à miragem múltipla em imagens estóicas, que nada tem haver com meu pensamento povoado entre o querer e o ficar. E o vento varre o silêncio da tarde.
O tempo que chega é o mesmo da espera! Andarilhar no tempo do vento é velejar na asa da imaginação, é brincar de cabra-cega sem o pote dos sortilégios, sem os amigos em volta e uma mão para guiar.
Sem venda nos olhos vejo a réstia claridade provocada pelo pôr-do-sol, exausto da luz na quentura, sombras na longe encosta de areias brancas. Vento que levanta a pequena tempestade, fustiga o corpo ainda morno, deixado pelo dia intenso de sal e sol.
A claridade adormece por trás das nuvens, as trombetas das vagas salinas anunciam o anoitecer sem a lua cheia. Ela deveria vir acompanhada do cântico das sereias entre estrelas, em pingos luminosos, para clarear a ausência da donzela.
Não é meu céu absoluto onde eu poderia vê-la e traçar novos rumos, atravessar o mar lentamente, na vazante, correr de encontro ao rio era uma sensação de avaria. O brilho do vaga-lume que voa incerto para orientar fere a solidão e eu sem você.
Massarandupió, 15.09.07.
August, 2007 Cor do SonhoCor do sonho Olympio de Azevedo
Arte do sonho que separa o invisível do olhar Luz no instante daquele leve sorriso de fêmea Banha a alma sólida do rochedo solto no mar
Quebra em espumas salgadas com salitre doce Entre a dor do sonho e do pescador de ilusões Instante mágico trançado entre linhas e dedos
Anzol na parada que mata a fome dos peixes Não existe isca e sim o despertar das emoções Que deixa breve o imaginar em ser mais feliz
Retalhos das vontades que fortificam o amor Tempo que persegue pesca a aflição da paixão Nós de vento em ondas fortes da pura alegria
Opô Afonjá, 8.08.07.
March, 2007 Fio de amorFio de amor Olympio de Azevedo
Sinto na ausência O jeito solo de voar Mexo na imaginação Balanço entre folhas Ao sabor do vento Ouço o sabiá no rio Descanso no verde Macio entre espinhos Sinto quente o sabor Salgado da saudade Fio da lágrima vazia Arrepio no lembrar Rola e cai dos olhos Alimenta minha dor Acomodo a pura flor Aperta o coração vadio No cio dentro do peito O riacho da vontade Banho na claridade Encharca meu sonho De amor por amor... 11.03.07
March, 2007 Louca na doçura
Louca na doçura Olympio de Azevedo
No amanhecer o sol brilha menos que o olhar Sofro a tua ausência em instantes no recordar Lanço-me no distante farol do mar de desejos São anseios vivos sem cessar entre a angustia É um amor fatal que não sai da mente louca
Louco na doçura louca meu amor...Muito louco
Esquenta o suor do corpo como febre ardente Molha meu coração e me banha em desespero Busco um pouso nas ondas no meio do oceano Caminho curto na paralela ao sabor dos ventos Não há passado nem presente vive-se as horas
Louco na doçura louca meu amor...Muito louca
Tal a intensidade qual o volume dos trovões Riscando o céu entre as nuvens nuas da lua Há um brilho de fogo no impulso da vontade Teu corpo me consome sobre todas as coisas Este amor solitário é um caminho de vida...
Louco na doçura louca meu amor...Muito louco
02.03.2007
December, 2006 PalcoSó o olhar da águia poderá ver a luz da lua no infinito, atravessar os mares e me buscar nas areias, contemplando nas ondas, reverenciando tua imagem refletida nas nuvens entre o horizonte e o ocaso. Passo as mãos nas conchas como parte dos teus cabelos, banho os pés e sinto tuas veias pulsando em mim. A dor dentro do peito não doi, apenas castiga a ausência e me transforma em gotas de saudades marejando por ti. Sonho no coito do vento morno que sopra minha alma para os teus braços, meu porto sem fim...
Palco
Olympio de Azevedo
O canto vem do mar e dá intenção Mergulhado na luz azul refletida De quem busca a vida temperada Na tempestade plena dos desejos Alma vadia da pura alegria há dois
Palco eterno na doce loucura da lua De louco todos nós temos um pouco Abaixo ou acima da linha do equador Quando se fala de amor em um só tom O corpo é minha janela de vontades
Se o tempo pesa sobre os ombros O que diria do meu amor atinado Que busca a emoção apimentada Entre as palmas da mão um estalo Na roda d’ água de toda nua paixão
Bato e desperto para fome dos amantes Contido e adormecido entre fantasias Teu grito é a chama que atiça o prazer Pulo no arco de fogo e sinto todo verão Na carne e no circo sou apenas o leão... Bahia, 22.12.06.
December, 2006 TransiçãoO poema Transição é dedicado nesse Natal à memória dos “Meninos da Candelária” que, tiveram suas vidas ceifadas por nada como se nada fosse o Natal e, muito da brutalidade na terra em que não pediram para nascer. Nem sempre se pode falar de amor...
O autor
Soraya Aboim canta para os "Meninos da Candelária".
Transição
Olympio de Azevedo
Não havia sonhos mas, trabalho escravo Difícil é mijar na tampa senta levanta A cola cheirada roubava as cores vivas. No vidro fino da taça, o corpo de mulher A cômoda em fogo unia as cinzas frias. Teus olhos brilham como duas estrelas Unidas há mais de mil anos,luz infinita Assim me deixam tímido qual a criança. A lua vem saindo vermelho tipo tomate Deitei no papelão,os pés do lado de fora. Jornal mal cobria a nuca nua da cabeça Os bebês plásticos não precisam comer! A carne queimava e as balas entravam... O céu aparecia preto no fio da navalha, Não havia sangue e sim o vinho eterno "PROSA POLÍTICA"
Olympio de Azevedo
Política November, 2006 InquietudeInquietude Olympio de Azevedo
A tristeza com solidão me consome trazendo as lágrimas, Inquietas lembranças surgem do nada e ferem a altivez. Luz que findava de uma fonte triste trazendo a angustia. O verdadeiro era um fundo falso no intimo das vontades!
Amor maltratado é outro desamor fugaz, jamais verdadeiro. O curta metragem sem textos é projetado na mente vadia, Teus seios criados nos afagos das minhas mãos são cirandas Os lábios carmins são do gosto do eterno verão de carnaval
O pote de juras de amor no quarto virou caco das dúvidas Onde se cala tua solidão na iniciação das saudades partidas Folguedos de fundo do quintal e a cicatriz como testemunha Ninguém ama alguém só, sem que a felicidade esteja presente
Pequenos mimos na caixa de jóias era a nossa riqueza maior Flores adormecidas e a maçã mordida tinham doce significado Dor na partida, sem partir é forte e convulsiva quando parte O manto da tua pele macia já não acoberta desejos e paixão
O espaço da cama cresce a ansiedade de ter teu corpo no par Meu porto seguro se transforma em vendaval de sonho irreal Busco teu sorriso por trás do espelho, o cheiro na toalha seca Acordo suado, o banho me refaz, mas fica a certeza do adeus... October, 2006 Sesta da Vovó
Interrompi a sesta da vovó Nympha, mãe de minha mãe, para saber dela o que daria de presente a nova namorada, ela sorrindo, sorrindo me disse: Dê um Regulador Xavier...* E eu dei na minha santa inocência! Princípio e fim de um novo amor! Hoje eu sei a quem puxei nas ironias... Nunca interrompa uma sesta.A música que ela mais gostava e cantava encontrei na voz do Caetano, Recuerdos de Ypacarai! OA * Regulador menstrual!
Sesta da vovó Olympio de Azevedo Pequenas e singelas lembranças são doces Acalentam a alma que sofre de ausências Uma vaga na mesa para um talher a menos Aquela cabeceira tinha o olhar cativo do amor No dobrar da sineta a dor da fome desperta
Chinelo solto por baixo da mesa sem o pé A meia vermelha nunca mais vi no varal Travesseiro de marcela da sesta digestiva Óculos caídos no colo não afetavam a visão Sonhos não precisam de lentes corretivas
Espreguiçadeira de ipê na palhinha da Índia Era o balanço marcado por rangidos suaves Contra pondo ao tic tac do pendulo certeiro Carrilhão do relógio feria o silencio do sono Despertar lento na guarida das telhas a vã
Cheiro atiçado das treliças do cedro no teto Disputava com o café caldeado no mascavo O doce de goiaba era uma marca registrada Tremia de prazer no garfo ávido para furar Prendas do despertar para a boca salivando
O Xale da lã dos carneiros cobria os ombros Seu sorriso de matriarca inspirava confiança Onde conselhos eram as leis bem sucedidas Mais quitutes de siricaia e ambrosia ímpares Carinho com a baliza da afetuosidade eterna
O eco da voz ainda soa macia nos corredores O andar lento e seguro era a certeza do bem Seus amores seus filhos e toda a prole criada Porque o destino haveria de roubar o espaço Daquela parideira das sabedorias sem fim... 05.10.06. August, 2006 Incandescente...Música: Com sede de amor... I N É D I T A !!! Autor/intérprete: Olympio de Azevedo
INCANDESCENTE Olympio de Azevedo
Sentido luz sedenta Tenra brasa engomada Elenco beira desejos Orvalho na vontade Cru aroma agre doce
Corpo louco induzido Volvia vertia vigora O leito incandescente Sensual vale carnal Véu do prazer róseo
Seta alvo em voleio Fere o espinho a rosa Atinge o inerte amor Adentra puro torpor Sacia o fogo na forja
Alma atravessa alma Tempo esgota o tempo Suor que lava o corpo No encanto consentido Livre na cumplicidade
Meiga lírica sedução Sonho voa em sonhos Ciranda de carinhos Alimenta as labaredas Brilha chama de Eros
Serra do Timorante(BA) 16.06.06 July, 2006 AusênciaAUSÊNCIA
Olympio de Azevedo
Dos sonhos distribuídos no deleite de inteiro corpo A ausência que alimenta os pequenos desejos nus O tempo afasta o bem querer em sonho cavalgado Vento forte que acende o fogo dentro do teu peito
A água que lava as vergonhas ofendidas na solidão Quisera eu invadir a tua vontade louca e me banhar No sobejo ardente de unhas e dentes fincar o amor Continuar a ser todo o limite da verdade e do prazer
Resguardar entre operárias sem ser o último zangão Emaranhar em tua colméia o mel colhido nas flores No encantamento as dores lascivas do querer maior Onde a morte é certa na entrega total da comunhão
Nas despedidas eternizam-se os que ficam sozinhos Ao novo amor outro se apaga das lembranças vivas Entre as saudades o temperar no gosto do presente Não os aparto do teu devaneio quero sobrepujá-los
Que outra razão teria eu de passagem para enganar Tenho a liberdade do dizer na bandeira dos amantes Temente das carências que aumentam a tua solidão Dividir será alcançar o encanto próprio do coração
21.07.06
July, 2006 Linda alma poéticaDOCE AMANHECER Linda Menina Rosa Brasil fez uma releitura de Doce Amanhecer que me deixou sensibilizado e convicto de ser ela a musa do poema. Essa liberdade propositiva de intereção entre o autor e a leitora poeta e filósofa(29), é a resposta à universalidade e direção da poesia que busca o norte verdadeiro no seu eu. Valeu Linda! Kenny G toca pra você...
Olympio de Azevedo
Imagino... Ser doce amanhecer com você Feliz com o brilho da janela Tendo o sol por testemunha Sem reservas vivendo nossas vontades Debruçada no seu céu de poesias Declaradas de formas tão belas
Almejo... Alcançar o púbere do horizonte Estréia lenta do novo Maior idade no gostar interior Você cobrindo meus desejos Quando sinto sem ver Emoções florescendo e evaporando
Acordo... Em forma de eletricidade bélica Com seus braços e olhares perenes Cercada-me por suas vontades Saciada por teus dengos e mimos Encantada por todas as estrelas do céu Repleta de luz e prazer
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